
A quase totalidade das pessoas bem informadas, não suportam mais ouvir falar em
sustentabilidade. O termo caiu na graça da mídia e das empresas. Os veículos de comunicação de toda ordem ficam na obrigação de tratar do tema devido a sua relevância. Resultado? A banalização de um conceito indispensável nos dias atuais.
As três esferas em que a sustentabilidade está fundada se referem ao âmbito econômico,
social e ambiental. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), “desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.
Apesar dos conceitos serem amplos, ela se transformou em um dos adjetivos favoritos de quem ambiciona ter uma boa imagem. Esta casa é sustentável; este xampu tem essências extraídas de forma sustentável; esta plantação foi concebida de forma sustentável; esta mata tem manejo sustentável. E por aí a fora.
Independente de nomenclaturas, uma unanimidade hoje é que “ser sustentável” é ser diferente. Contudo este adjetivo deve virar, em médio prazo, uma obrigação. “Antes falava-se que um produto era bom porque tinha qualidade. Hoje, é uma obrigação que todos tenham um bom padrão de qualidade”.
Na prática, se o termo sustentabilidade se resumisse em uma só palavra, seria respeito!
Isso mesmo. Ter um desenvolvimento sustentável compreende respeitar o meio ambiente e tudo o que nos cerca, principalmente as pessoas.
Anderson Brum – Pós-graduado em Comunicação Estratégica e Graduado em Marketing e pela UniSenac de Porto Alegre e Graduando em Geografia. Atua como consultor nas áreas de negócios, estratégias mercadológicas e institucionais. (andersonbvargas@yahoo.com.br)